segunda-feira, 10 de junho de 2013

O oficial de justiça.

Entrou pela porta da frente como se fosse um velho amigo conhecedor da senha do cadeado. Seu rosto era estranho, pálido como uma noite nunca vivida em uma praia desconhecida. Senta. Toma um café. Diz estar cansado de tanto caminhar, "Caminho à sua procura a anos!". É ele. E ele veio com uma carta nas mãos escrito em letras garrafais que eu fui pego! Já que não tenho mais para onde correr, me sentei na mesa ao seu lado, peguei um café e aceitei a sua presença. Ah, essa coisa inexplicável que a gente sente no peito...

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